INFORMARKETING: Markering para uma Nova Era

Mais do que uma nova forma de fazer o que se sempre se fez, o INFORMARKETING será uma nova forma de fazer coisas novas! Esse é o mais novo conceito que nós, da E-Consulting, propomos para sua reflexão e análise.

INFORMARKETING não é uma nova roupagem para o tradicional modelo de se fazer marketing. INFORMARKETING é, por si só, um novo modelo de marketing, totalmente baseado no domínio e tratamento inteligente e interativo da informação.

O INFORMARKETING, como apresentamos, não é simplesmente uma ferramenta. É uma nova forma de business que integra de maneira racional as facilidades e possibilidades geradas pela tecnologia da informação e o avanço das comunicações à forte concorrência e imposições racionais de resultados impostas atualmente às estratégias de marketing.

A partir desta afirmativa, podemos então definir INFORMARKETING como o sistema de planejamento, gestão e comunicação mercadológico mais adequado às tendências sócio-econômico-culturais que se verificam nos dias de hoje e que se presumem verdadeiras no futuro próximo. É o suporte tecnológico e de informação presente na própria empresa e na constelação stakeholders que a cerca sendo utilizado pelo marketing de forma dirigida e voltada para resultados imediatos, seja no mundo físico, seja no mundo virtual.

Certamente, no curto prazo, a mídia/rede de comunicação mais capaz de servir como meio para o exercício do INFORMARKETING por uma empresa é a Internet. Mas com a evolução assustadora das capacidades móveis e da convergência digital, celulares, PDAs, TVs, etc são campo aberto para a prática.

E, se isso é verdade na Internet tradicional, com a Web 2.0 e o consumidor 2.0 isso passa a ser verdade exponencial.

Podemos dizer que os mercados atuais operam em equilíbrio dinâmico; ou seja, a cada nova interação entre os agentes operantes, se cria um novo patamar de equilíbrio mercadológico, diferente do anterior. A cada novo patamar, variáveis novas aparecem, novos comportamentos aparecem, velhos paradigmas ficam para trás. Esse novo Mercado não é estático, não é perene, não tem dono; somente atores. O equilíbrio das forças é derivado direto do poder de cada ator e do poder dos grupos (permanentes ou temporários) formados por esses atores – que representam interesses diversos, modus vivendi e modus operandi diversos. Por isso é tão dinâmico, tão mais potencialmente democrático e tão atrativo e, ao mesmo tempo, arriscado.

Todos sabemos que as redes de informação – que antes estavam confinadas à proximidade física – agora ficaram globais e intermitentes por conta da Internet. A Grande Rede é, no fundo, uma mega arquitetura mutante, pseudo-desorganizada, de computadores, hand-helds, celulares, smart-phones, TVs e demais devices com acesso à Rede. O mundo do IP determinará o novo padrão das trocas entre os empresas e seus stakeholders – principalmente clientes e consumidores – sejam essas trocas de informação e recursos, sejam transações mesmo. Aumentam-se assim as possibilidades por se aumentar a instantaneidade e a riqueza informacional. Pesquisar, checar, informar, ofertar, requisitar e comparar são tarefas mais fáceis, mais possíveis a cada ator.

A Informação é o recurso básico dessa nova Economia que transforma tudo em informação – de produtos e conhecimento à capital financeiro, que migra a todo segundo de transferência eletrônica a transferência eletrônica em formato de informação. Tudo que pode ser transformado em bit pode ser considerado informação.

Esse fluxo infinito de informações tem custo relativo baixo e alto valor – valores diferentes para agentes econômicos diferentes em momentos e ocasiões diferentes. A informação de valor a um agente é aquela capaz de ser processada, de ser entendida, tratada, trocada e armazenada. Tudo que puder estar online estará. Relógios, roupas, óculos, eletro-domésticos, eletro-eletrônicos… tudo poderá trocar informação, via rede, com os outros devices servindo a outros atores.

Nossa leitura é que as empresas – aparentemente fornecedoras e usuárias dessas informações – agentes de interação pontual com a Rede, serão, cada vez mais, nós integrantes online desta Rede.

Essa nova empresa hiperdigital terá acesso instantaneamente à informação, captando-a, traduzindo-a, disseminando-a, mas principalmente, criando novas informações, gerando conhecimento, deixando suas pegadas, tornando-se, ela própria, informação. E isso também valerá para o usuário 2.0, artífice desta evolução, que é também o consumidor 2.0, o acionista 2.0, o funcionário 2.0, o ex-funcionário 2.0, o ongueiro 2.0, etc.

Então, marketing (as we know it) será INFORMARKETING. Quanto mais evoluída a Web (2.0, 3.0, N.0), mais essa tendência se tornará verdade irrefutável.

Sem dúvida alguma estamos migrando para essa realidade. E quando isso ocorrer, toda uma nova Economia, com novos mercados e com novos valores e práticas brotarão. Muitos dos que hoje dominam morrerão e terão cumprido seu papel de ponte darwinista mercadológica entre o passado e o futuro. Alguns sobreviverão e, acima de tudo, inúmeros outros nascerão.

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