Tech Lab 7 Hot Techs 2007

1 – SOA/C – Services Oriented Architecture for Convergency (Arquitetura Orientada a Serviços para Convergência): Uma arquitetura “service-oriented” é uma coleção de serviços e tem extrema valia para ambientes corporativos por conta da flexibilidade, economia e ganhos de níveis de centralização de gestão da informação, que são combinados com altíssimo nível de descentralização de uso destes serviços via TIC pelas empresas. A comunicação entre os diversos serviços pode envolver simplesmente dados ou dois ou mais serviços que coordenem alguma atividade. Para isso, alguns meios de conectar serviços são necessários. Entendemos serviço como uma função bem-definida, auto-delimitada e independente do contexto ou estado de outros serviços para operar. Por Connection Technology entendemos as tecnologias capazes de conectar esses serviços um a um. A mais conhecida delas é o WebServices, que utiliza essencialmente o padrão XML.Com o panorama da convergência de mídias (meios de tráfego de conteúdo/informação), entender que as plataformas distribuídas integrem também voz, áudio e qualquer outro formato passível de formatação da informação é fundamental para que os modelos SOA se perpetuem como padrão de arquitetura para TIC.

2 – Intelligent Security Protocols®: considerando os diversos padrões, protocolos, formatos, plataformas, tecnologias, etc, bem como os efeitos e resultados possibilitados por sua meta-interação, a partir das possibilidades adquiridas com o desenvolvimento de elementos como convergência, mobilidade, capacidade de processamento, interoperabilidade de padrões e linguagens, dentre outros, o modelo baseline de segurança, atualmente fator crucial para a confiabilidade e consistência de operação dos ambientes e sistemas de TIC, inclusive Internet, será pautado pelo desenvolvimento e implementação de soluções e ambientes de segurança baseados em inteligência artificial, padrões de biometria e redes neurais, tornando-se a base lógica do arsenal requerido para se conseguir preservar com segurança as operações, dados, processamentos, inteligência, ambientes, etc… que envolvem TIC.


3 – Self Technologies®: Conceito criado pela E-Consulting, o “Self Technologies prega que o futuro da tecnologia está no cérebro e nas mãos dos usuários. Com as pressões sofridas pelas empresas, a evolução dos padrões de interoperabilidade e mobilidade, e o avanço da convergência digital e dos padrões de VOIP, a próxima derivada será transferir os custos de transação, manutenção e suporte aos usuários finais, como o realizado pelos bancos com os sistemas de atendimento remoto em canais alternativos, como ATMs e caixas eletrônicos, agências móveis, internet banking, phone banking, mobile banking e SAC. Com o padrão Self Technologies®, o usuário final passará a modelar seus aplicativos (nível client ou 3ª camada) diretamente nos sistemas e servidores de aplicações tecnológicas distribuídas e integradas. Bastará digitar (ou mesmo falar) em sua língua nativa (portanto não em códigos) os parâmetros de seu aplicativo, e simular, testar e usar.
4 – WebUOH® (WebUtility + WebOne + WebHome): É inevitável a transformação da Internet em utility (WebUtility), tal qual a eletricidade e o gás. Este processo ocorrerá tanto no modelo de fornecimento e de comercialização do acesso à Web, passando por telefonia, satélites, redes sem fio e TV quanto na própria utilização da energia elétrica (tomada) como meio provedor de acesso à rede. Inclusão digital, mobilidade e flexibilidade serão fatos característicos desta tendência. A evolução natural deste processo, conceitos e modelos de biometria fará cada ser humano se tornar um nó de utilização, navegação, transações, trocas, consultas e geração de conhecimento, idéias e informações na rede plurifuncional da Web, fazendo com que cada usuário se transforme ele mesmo mídia (WebOne) – fenômeno amplamente suportado por elementos como blogs, comunidades e sistemas de mensageria. A extensão do processo de Mass Internet Access Anytime, Anywhere, Anyone chegará às residências, internetizando tudo que for possível, de comandos a serviços e utilidades domésticas, e mesmo robôs domésticos (WebHome). Assim como cada usuário, as residências terão a prerrogativa de se tornar mídia e um pólo vivo de geração e consumo de energia informacional.

5 – Dynamic Usability: É fato que para a Web 2.0, considerando atividades como E-Commerce, CRM Online e Search Engines, com o desenvolvimento da TV Digital e do celular com mídia, bem como o próprio processo de navegação e participação do usuário/consumidor em comunidades e redes, a questão da qualidade da experiência proporcionada pelos ambientes digitais/tecnológicos certamente está no cerne do sucesso dessas atividades. Com o intenso valor conferido a questões como design, criatividade, personalização e contextualização, todo processo de interação homem-ambiente será servido por plataformas inteligentes e dinâmicas de usabilidade e interação, agregando componentes multmídia, experienciais, particularizados, móveis, retro-alimentativos a cada interação. Usabilidade inteligente e dinâmica, em nossa visão, será a moldura da nova propaganda, da nova comunicação digital.

6 – PKSM® (Personal Knowledge Server & Manager): Com a intensificação da necessidade por customização e personalização radical de conteúdo digital, derivada da evolução dos serviços de busca desktop e do tipo wikipedias e dos blogs, bem como dos diversos modelos convergentes de acesso e uso da Internet, o fator crucial de sucesso no uso da rede não estará mais no acesso à informação; mas na capacidade de identificar, buscar, filtrar, organizar e disponibilizar conhecimento por e para cada indivíduo. Outro conceito formulado pela E-Consulting, o PKSM® é um assistente tecnológico capaz de servir e gerenciar informações e conhecimentos de maneira personalizada e customizada ao usuário, independente do tipo de mídia utilizada para acessar a Web.

7 – GCT® (Gestão do Capital Tecnológico): Com a pressão por entregar resultados mensuráveis (haja vista a adoção de modelos baseados em ROI, TCO, EVA), bem como aumentar a capacidade gerencial do parque tecnológico das empresas (hardware, software, serviços), a gestão dos resultados tangíveis e intangíveis gerados pela adoção da TI acaba por se tornar elemento crucial da vida do CIO. Assim, a GCT® é uma função pautada na metodologia de gestão de intangíveis da E-Consulting, de natureza direta ou gerada por TI. Responder se TI é meio ou fim será obrigação de cada CIO, de acordo com cada empresa. Certamente, metodologias e padrões de Governança que não envolvam métricas de mensuração de valor gerado, resultado para acionista, serão modelos incompletos e, portanto, pouco confiáveis.

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